A onda de volta ao escritório perdeu força, mas não sumiu. O que ficou claro é que "remoto" virou categoria de vaga, não benefício padrão — e isso muda a negociação salarial de um jeito que muita gente ainda não percebeu.
Salário remoto internacional continua competitivo, mas a barra de entrada subiu: portfólio, inglês e prova social pesam mais do que pesavam há três anos, quando qualquer vaga remota tinha fila.
Do lado de quem contrata, o discurso mudou de "flexibilidade total" pra "híbrido negociado" — presença ocasional virou moeda de troca em boa parte das contratações recentes.
Vale a pena? Continua valendo, mas exige mais preparo do que valeu na época em que bastava estar disponível.
